quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Sonho numa tarde de Inverno

Um dia ao passear nos Campos Elíseos entrei num café, por sinal chique e caro, sentei a mochila desajeitada, pedi um café e fumei um camel. As cadeiras viravam-se todas num sentido, cinema do mundo, enquanto o fumo se desfazia entre os dedos de uma boa conversa.
Há cigarros que não deveriam ter fim.

3 comentários:

o gajo que pagou o café disse...

belo post, sim senhor.

por acaso era outono, mas nada que o frio dinamarquês e a liberdade poética não possam transformar na mais fria tarde de inverno de que me lembro.

M.Ferreira disse...

O outono não produz aquele frio.
Abraço amigo
(o café também era baratito)

João Gaspar disse...

acho que foi o preço de uma bifana e um sumol.
mas prós amigos: o melhor.